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Você mesmo pode verificar se há vazamentos de água em casa

Notícias

Se você achar que está ocorrendo um vazamento dentro de casa, chame um profissional especializado para fazer o conserto. Caso o problema não seja solucionado rápido, os móveis, os ambientes e até mesmo a saúde, além do prejuízo financeiro, poderão ser danificados. Para ganhar tempo, você mesmo pode identificar o que está acontecendo. Veja como fazer isso:


IDENTIFICAÇÃO: ao perceber umidade espalhada nas paredes ou aumento de consumo de água repentinamente, é importante identificar o local exato do vazamento. Faça alguns testes. Veja como:

Comece pelo hidrômetro

• Deixe o registro da casa aberto.
• Feche todas as torneiras e desligue os aparelhos que utilizam água.
• Durante o teste, não use os sanitários.
• Marque a posição do ponteiro maior do hidrômetro e depois de uma hora verifique se a marcação se mantém. Se o ponteiro movimentar, há vazamento.

Verifique a torneira

• É o vazamento mais fácil de identificar e pode ser corrigido com a troca do “courinho” da torneira para que fique mais firme no momento de fechar.

É a vez do vaso sanitário

• Jogue um pouco de cinza de cigarro no vaso sanitário, caso fique depositado no fundo, não há sinal de vazamento. Se houver movimentação de cinza, o vazamento pode estar na caixa de descarga ou na válvula.

Agora é a caixa d’água

• Após desligar todos os aparelhos que utilizam água, feche todas as torneiras, inclusive, a da boia da caixa, para impedir a entrada da água.
• Marque o nível da água na própria caixa e após uma hora, verifique se o nível abaixou. Em caso positivo, o vazamento está nos sanitários ou na canalização.
• Depois dos testes acima, conte se você conseguiu identificar o vazamento de água ou se tem outra dica para resolver esse problema. O desperdiço de água prejudica todo mundo, não apenas a sua casa ou condomínio. Por isso, deixe o seu comentário, conte a sua experiência. Boas ideias precisam ser compartilhadas. Confira outras dicas para economizar em até 40% sua conta de água.

19/11/12 - 10:26:40 >>
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Será que é hora de vender seu imóvel?

Notícias


No mercado imobiliário brasileiro não se fala em outra coisa. Os preços já não sobem mais com a mesma intensidade de antes. Incorporadoras vendem imóveis com descontos que ultrapassam os 30%, e vendedores de usados já não sentem mais tanta facilidade de passar seu bem adiante.

Mas afinal, os preços chegaram ao topo? Ainda há espaço para mais valorização? Ou a tendência agora é que os preços se acomodem – ou até caiam? Para quem tem um imóvel que se beneficiou da alta valorização nos últimos anos, está na hora de vender e realizar o lucro? “Eu vejo uma estabilidade, com viés de baixa tênue. Vai ocorrer uma reformatação do mercado, com reposicionamento das construtoras com margens consideradas razoáveis”, diz o professor João da Rocha Lima Junior, coordenador do núcleo de Real Estate da Poli-USP.

Para ele, a demanda especulativa percebida no mercado anteriormente já não existe mais, o que freia a valorização. As construtoras, por sua vez, já enxergariam um novo patamar de custos de produção e estariam mais confortáveis de que não vão aparecer aumentos abruptos de custos, o que deve levar à estabilização dos preços.

“Um freio de demanda gera descontos e joga os preços para baixo. Não vejo a possibilidade de uma quebra de preços, mas sim de uma queda suave. Mas não há muita margem para redução de preços, pois não houve um nível de especulação tal que permita uma queda maior. E nós também não temos o problema da devolução de imóveis por falta de capacidade de pagamento, uma vez que nosso crédito é conservador”, completa o professor.

Já há alguns sinais de desaceleração no mercado imobiliário brasileiro, embora seja ainda cedo para se falar em queda de preços. O Índice FipeZap, que acompanha os preços dos imóveis em sete capitais brasileiras, já vem mostrando retração de preços em algumas cidades e, no mês de abril, seu relatório reafirmava a tendência de desaceleração de preços iniciada em abril de 2011.

A reportagem de capa da Revista EXAME que chegou às bancas nesta quinta-feira reflete justamente sobre se é hora de comprar, vender ou esperar, e traz com exclusividade uma pesquisa da Fipe que mostra que, apesar da valorização recorde nos 12 meses terminados em março, uma comparação entre os últimos seis meses e o mesmo período do ano anterior atesta uma desaceleração na alta. Veja a metodologia da pesquisa da Fipe.

Há ainda outros fatores que podem contribuir para a desaceleração e posterior estabilização de preços. O primeiro trimestre do ano já revelou queda no número de unidades financiadas (em relação ao mesmo período do ano passado) e da velocidade de vendas (em relação aos anos anteriores).

A isso se alia o passo atrás dado pelas incorporadoras que sofreram em seus balanços e na Bolsa, principalmente por conta do descasamento entre o número de imóveis lançados e sua capacidade de entrega – o que também gerou os atrasos na entrega dos imóveis e uma porção de ações na Justiça ao longo de 2011. Agora, as construtoras tentam reajustar seus processos internos para se recuperar. Pelo menos aquelas que são abertas em Bolsa frearam o ritmo dos lançamentos.

O momento ainda requer cautela, mas quem tem mais de um imóvel e se beneficiou da estrondosa valorização imobiliária brasileira dos últimos anos já pode pensar numa venda. “Quem tem mais de um imóvel está em boa posição para realizar os lucros”, diz o economista Luiz Calado, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF) e autor do livro “Imóveis – seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio”.

Segundo Calado, para quem atua no mercado de imóveis como investidor ou especulador – ou seja, para quem compra para alugar ou aguardar valorização – o momento também é propício por conta da queda na taxa Selic e do movimento de derrubada de juros pelos bancos. “Quem quiser vender um imóvel para comprar outro, deve também conseguir uma taxa de juros menor em um eventual financiamento”, completa.

O economista se diz pessimista em relação ao mercado daqui para frente quando se refere a quem deseja ganhar com a valorização. “Não acredito que essa trajetória de alta continue tão forte, a não ser que estejamos entrando em uma bolha. Temos evidências de desaquecimento e até de quedas de preço. Essa coisa das construtoras venderem imóveis com desconto, não existe isso. Ninguém vende uma cota de um fundo ‘com desconto’. Foi o preço do imóvel que caiu mesmo”, observa.

Alex Strotbek, consultor imobiliário da Areal Pires Advogados, não acredita em desvalorização dos imóveis, mas também crê que uma estabilização já é visível. “A hora de vender o imóvel é na alta”, lembra.

É claro que agora já está mais difícil vender, o que também pode ser sinal de um momento propício para a realização de lucros. Os empreendimentos cujas unidades se esgotam em apenas um fim de semana estão se tornando raros, e o endividamento das famílias cresceu muito nos últimos anos – de 27% da renda em 2007 para os atuais 44%. As decisões de compra estão mais ponderadas agora que o preço do metro quadrado está mais alto.

Quem tem apenas um imóvel

Quem tem apenas o imóvel próprio pode até pensar em vendê-lo, mas precisa de um plano bem claro, porque o movimento é arriscado. “Quem fez isso há quatro anos, por exemplo, se deu muito mal, porque os preços entraram numa trajetória de alta alucinante. Se o sujeito vendeu e começou a pagar aluguel com o dinheiro do negócio pode ter tomado um susto desagradável”, diz Luiz Calado.

Segundo o vice-presidente do IBEF, no entanto, agora é uma hora boa para assumir algum tipo de risco, desde que se entenda o que se está fazendo. “Essa estagnação com possível queda de preços ainda vai se manter por algum tempo. O PIB do país está se retraindo há meses, e a crise internacional continua. Se esse cenário se consolidar, e o preço dos imóveis começar a cair, será possível aplicar em um investimento atrelado à inflação e usar a renda para pagar aluguel”, explica Calado.

Quem não quiser se arriscar a viver de aluguel e desejar comprar outro imóvel deve ponderar outros fatores. Não dá para contar com uma queda nos preços, embora em alguns casos isolados ela já esteja ocorrendo. Para Luiz Calado, uma possibilidade que pode ser vantajosa é vender o imóvel hoje para comprar outro dentro de até um ano, com taxa de juros menor para um eventual financiamento.

Para Alex Strotbek, a estratégia de vender o único imóvel para comprar outro pode se justificar se a pessoa tiver a intenção de comprar uma propriedade melhor. Assim como a venda está dificultada, comprar em um momento como o atual significa pagar caro. O planejamento para quem deseja melhorar o padrão de vida deve incluir uma poupança extra além do dinheiro da venda para comprar um imóvel de padrão mais alto.

“Se o sujeito pensa em realizar o lucro e encontrar um bom negócio, provavelmente não vai. Ele pode também esperar uma queda de preços, mas é arriscado para quem tem somente um imóvel. Se a pessoa tiver um segundo imóvel é mais fácil. Ela vende, aplica o dinheiro em renda fixa e espera uma nova baixa. O proprietário de apenas um imóvel deve ser cem vezes mais cauteloso do que o investidor”, diz Strotbek.

Outras alternativas

Desde 2008, o Brasil vem experimentando uma alta estrondosa nos preços dos imóveis, figurando entre as maiores altas do mundo ano a ano. Embora, para padrões internacionais, os preços dos imóveis brasileiros ainda sejam baixos, a valorização já apresenta os primeiros sinais de perda de fôlego. Desde 2008 até o final de abril deste ano, os imóveis em São Paulo valorizaram 135%, enquanto que os imóveis cariocas tiveram alta de 170%.

“Nós tivemos um excesso de preços em 2010 e 2011, com altas acima do razoável. Havia um excesso de demanda no mercado, até um pouco artificial, forçada por alguma especulação. A isso se juntou uma demanda reprimida forte em 2008 e 2009, com um crescimento de custos muito grande. As construtoras de capital aberto agiram de forma agressiva, e havia muito capital estrangeiro chegando ao mercado brasileiro”, explica João da Rocha Lima Junior, do núcleo de Real Estate da Poli-USP.

Em um segundo momento, os custos de construção sofreram enorme pressão, com a escassez de mão de obra qualificada e consequente perda de produtividade das construtoras, fora as altas nos preços dos terrenos. “O mercado imobiliário é desordenado. Quando o dono de um terreno recebe pressão de todos os lados para vender, o preço sobe sem limites”, diz o professor.

Para quem quer continuar no mercado imobiliário, o economista Luiz Calado recomenda uma realocação de portfólio, considerando-se os fundos imobiliários. “Quem vender um de seus imóveis e optar por não ter dívida, pode deixar o dinheiro da venda em um fundo imobiliário”, diz. Mas para ele, sempre existe oportunidade para “quem olha além do óbvio e vê um nicho de mercado que não é bem atendido”.

“Vale o raciocínio: o que vai ser demandado daqui para frente na sua região? Para onde a cidade está crescendo, quais as necessidades que ainda não são bem atendidas? Também existe potencial para agregar valor a um imóvel mal cuidado, comprado em leilão, ou cujo dono anterior não tivesse fôlego financeiro para cuidar. Nesse caso, é preciso fazer um investimento na recuperação do imóvel, mas ainda fica espaço para ganhar dinheiro”, conclui.

19/11/12 - 10:22:57 >>
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Novas regras para ampliar o acesso à casa própria

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A partir de novembro entram em vigor as mudanças anunciadas pelo governo federal para que mais gente tenha acesso ao Programa Minha Casa Minha Vida. A expectativa é aquecer o mercado com taxas de juros mais baixos, valores e outras opções de financiamento dos imóveis mais atraentes. Confira.


Valor do imóvel
• O limite do valor dos imóveis financiados pode chegar até R$ 190 mil, dependendo do porte do município.
• Em Brasília, Rio e São Paulo, o teto do valor do imóvel subiu de R$ 170 mil para R$ 190 mil.
• Cidades com mais de um milhão de habitantes, o teto do valor do imóvel subiu de R$ 150 mil para R$ 170 mil.
• Municípios com mais de 250 mil habitantes e no entorno do Distrito Federal, o teto do valor do imóvel passou de R$ 130 mil para R$ 145 mil.
• Cidades com mais de 50 mil habitantes, o teto do valor do imóvel passou de R$ 100 mil para 115 mil.
• Nas demais cidades, o teto do valor do imóvel passou de R$ 80 mil para R$ 90 mil.


Salário família para compra
• Para a área urbana, o Programa Minha Casa Minha Vida é direcionado para três faixas de renda mensal – até R$ 1.600 (faixa 1), até R$ 3.100 (2) e até R$ 5 mil (3). Agora houve alteração no salário família de algumas faixas.
• A faixa 2 de até R$ 3,1 mil reais passou para R$ 3.275 mil.
• A faixa 1 ficou mantida em até R$ 1,6 mil.
• A faixa 3 manteve o teto de até R$ 5 mil, considerando o novo piso de R$ 3.275 mil, e não o de R$ 3,1 mil.


Taxa de juros
• Houve ainda uma redução na taxa de juros para quem pertence à faixa 3, renda mensal de até R$ 5 mil.
• Redução da taxa de juros de 6% para 5% ao ano, para financiamentos de pessoas físicas com renda familiar mensal bruta de R$ 2.325,01 a R$ 2.455.
• Redução da taxa de juros de 8,16% para 6% ao ano, para financiamentos de pessoas físicas com renda familiar mensal bruta de R$ 3.100,01 a R$ 3.275.
• Redução da taxa de juros de 8,16% para 7,16% dos financiamentos de pessoas físicas com renda familiar mensal bruta de R$ 3.275,01 a R$ 5 mil.


Subsídio
• O limite de fundo perdido para o programa Minha Casa Minha Vida voltado às pessoas da faixa 1, com salário familiar de até R$1,6 mil ao mês, passou de R$ 23 mil para R$ 25 mil. (Valor que não precisará ser devolvido ao governo.)
• O teto de subsídio para o juro menor de financiamento, com intenção de reduzir o custo da operação aos tomadores, subiu de R$ 13 mil para R$ 16 mil.

19/11/12 - 10:17:45 >>
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Minha Casa, Minha Vida.

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Nova tabela de valores de imóveis do Minha Casa Minha vida já está em vigor


Já está em vigor a nova tabela de valores de imóveis financiáveis pelo Programa Minha Casa Minha Vida. No caso de Capitais fora da região metropolitana, como é o caso de Campo Grande, o teto passou de R$ 150 mil a R$ 170 mil. Até R$145.000,00 para imóveis situados em municípios com população igual ou superior a 250.000 habitantes ou em municípios integrantes de regiões metropolitanas e teto de R$115.000,00 para imóveis situados em municípios com população igual ou superior a 50 mil habitantes. Nos demais municípios o teto é de R$90.000,00.


Já as taxas de juros nominal ficaram da seguinte forma: 5,00% a.a. para renda familiar bruta de R$ 465,00 a R$ 2.455,00; 6,00% a.a. para renda familiar bruta de R$ 2.455,01 a R$ 3.275,00 e 7,16% a.a. para renda familiar bruta de R$ 3.275,01 a R$ 5.000,00. Para titulares de contas vinculadas do FGTS a taxa de juros é reduzida em 0,5%.


As condições especiais de redução da taxa de juros valem para titular de conta vinculada do FGTS que tenham três anos de trabalho sob o regime do FGTS, somados os períodos trabalhados, consecutivos ou não, e que comprove a existência de contrato de trabalho ativo, mesmo quando os recolhimentos devidos não tenham sido efetuados pelo empregador ou, seja, quando a conta não possuir saldo; ou que tenha saldo disponível em conta vinculada referente a contrato de trabalho já encerrado.


As condições permitem amortização em até 360 meses e subsídio de R$ 17,9 mil, para famílias com renda de até R$ 1,6 mil, decrescendo progressivamente até a faixa de R$ 3.100,00.

19/11/12 - 10:13:27 >>
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